Mergulhe em meus pensamentos e embriague-se com o vinho de minha alma. Aproveite o meu melhor!
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
O ERRO
E, de repente, você sabe tudo o que deve fazer. Já sabe o que significa cada gesto, cada palavra e a falta delas. Você já conhece as consequências de seguir em frente e de recuar. Por quê, então, desafiar todas as probabilidades em busca busca de uma margem de erro? Enquanto sua inteligência emocional se esforça em mostrar o óbvio, seus desejos te jogam de cabeça num mergulho insano. E, mesmo certa de que tudo dará errado, você sabe que é naquele erro que as melhores loucuras se realizam e se tornam inesquecíveis.
Adryana Araújo
DELÍRIOS
Você chegou sem avisar e foi, aos poucos, ocupando um lugar na minha mente. Pergunto, então, quem lhe deu permissão para invadir o meu ser e bagunçar a minha mais absoluta convicção de que eu sou mais forte e de que eu posso comandar meus pensamentos? Sem pressa, você foi se instalando e, hoje, percebo que gosto da sua presença. Me pego, então, pensando em você e, quando me dou conta, um sorriso desponta no meu rosto ao doce sabor de lembrar-me de ti. Pensar em você é como sentir um perfume que nos traz boas lembranças. No compasso desses sentimentos, fecho os olhos e visualizo o teu rosto, teu sorriso. E, no embalo desse delírio, sinto saudade dos beijos que não provei, dos abraços que não te dei, do calor da tua pele que não senti. Ouço a tua voz a sussurrar no meu ouvido todas as palavras que você não me disse. Abro os olhos e volto à realidade: você não está aqui!
Adryana Araújo
domingo, 17 de fevereiro de 2013
Paciência e perseverança

Tudo tem seu tempo! Eis uma frase muito comum. Apesar de conhecidos os de quem sabe esperar e perseverar, mantendo o foco e driblando ansiedade, ainda assim, é muito difícil e não faz parte do cotidiano da maioria das pessoas. com o tempo, aprendi que cada coisa, verdadeiramente tem seu tempo. E, saber esperar, preparar-se para receber algo que desejamos é a melhor forma de aproveitar quando acontecer. Preste atenção ao que acontece diariamente à sua volta e veja que aquilo que é mais esperado, mais desejado, com certeza é o que tem maior valor. Acontece que sempre queremos que as coisas aconteçam de imediato e, na maioria das vezes, não temos paciência de esperar o que acaba em frustração. A ansiedade é uma doença perigosa e pode levar a uma depressão ou síndrome do pânico. Cuidado! Seja cauteloso! Deseje, sonhe e então, planeje, estabeleça um plano de ação para alcançar o objetivo, saboreie a espera, tenha disciplina e, quando enfim chegar o momento da realização, sentirá que a vitória terá um gosto muito mais doce, prazeroso e demorado. É o sabor da conquista que só sabe quem tem o dom da paciência e da perseverança para esperar e acreditar que tudo tem seu tempo!
Boa semana!
Adryana Araújo
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
A renúncia de um líder

Hoje, um dos assuntos mais comentados é a renúncia do Papa Bento XVI, líder de uma das maiores instituições do planeta: a Igreja Católica. O que questionamos, consequentemente, é o que leva alguém a renunciar a um cargo de liderança e gestão como esse? Um bom líder é aquele que sabe a hora de seguir e a hora de parar. E, em um momento de crise em que se encontra a instituição é a hora certa de parar? Será que ceder às pressões é um bom caminho? Ou, ainda, é mais sensato abrir mão de sua condição de gestor e deixar que outro, talvez com a mente mais clara vindo de fora, livre das pressões possa tomar a decisão mais acertada? Essa é uma resposta muito difícil. Encontrar-se na posição de decidir e liderar milhões de pessoas, influenciar diretamente na imagem de uma grande instituição, ser referencial para milhares de líderes e ainda manter a serenidade para administrar estratégica e emocionalmente não é fácil, definitivamente.
Questionamo-nos o porquê de sua Santidade ter renunciado. Porém, embora figura pública, não nos é de conhecimento os conflitos pelos quais passa ou sua verdadeira condição física, psicológica e emocional. O fato é que se um líder não se sente capaz de continuar o seu trabalho de forma equilibrada, racional e firme, o mais sensato é passar o bastão a alguém que possa fazê-lo!
Um abraço!
Adryana Araújo
A renúncia de um líder

Hoje, um dos assuntos mais comentados é a renúncia do Papa Bento XVI, líder de uma das maiores instituições do planeta: a Igreja Católica. O que questionamos, consequentemente, é o que leva alguém a renunciar a um cargo de liderança e gestão como esse? Um bom líder é aquele que sabe a hora de seguir e a hora de parar. E, em um momento de crise em que se encontra a instituição é a hora certa de parar? Será que ceder às pressões é um bom caminho? Ou, ainda, é mais sensato abrir mão de sua condição de gestor e deixar que outro, talvez com a mente mais clara vindo de fora, livre das pressões possa tomar a decisão mais acertada? Essa é uma resposta muito difícil. Encontrar-se na posição de decidir e liderar milhões de pessoas, influenciar diretamente na imagem de uma grande instituição, ser referencial para milhares de líderes e ainda manter a serenidade para administrar estratégica e emocionalmente não é fácil, definitivamente.
Questionamo-nos o porquê de sua Santidade ter renunciado. Porém, embora figura pública, não nos é de conhecimento os conflitos pelos quais passa ou sua verdadeira condição física, psicológica e emocional. O fato é que se um líder não se sente capaz de continuar o seu trabalho de forma equilibrada, racional e firme, o mais sensato é passar o bastão a alguém que possa fazê-lo!
Um abraço!
Adryana Araújo
Quaresma

Chegamos ao tempo da quaresma, que representa para nós, cristãos, o momento mais forte da nossa fé: o mistério da cruz. Lembramos aqui os quarenta dias que Jesus passou no deserto antes de entregar-se para a crucificação. Nesse tempo ele orou, jejuou e refletiu. Nós, então, nos preparamos para a chegada da páscoa onde celebramos a ressurreição de Jesus Cristo, o filho de Deus, para a salvação do mundo.
Durante esses quarenta dias em que nos preparamos para a festa maior, é hora de reflexão, de percepção da própria vida, atitudes já tomadas, caminho percorrido, decisões passadas e os objetivos a seguir. Tenho andado rumo ao que almejo ou somente tenho andado em círculos? É hora de avaliar os erros, aprender com eles e não repeti-los. Esse é o momento da penitência, não é castigo, mas a renúncia do pecado, do erro e a preparação para o novo, essa vida nova que recebemos. É o momento de limpar a alma e reestabelecer a forma de caminhar, reconhecendo que errou e recomeçando.
A quaresma é tempo de oração, de um passeio pelo íntimo a fim de conhecer-se, perdoar-se e amar-se. É tempo de amor!
Que a quaresma nos faça enxergar o tamanho dos nossos erros e o quão melhores nós podemos ser!
Uma quaresma iluminada a todos!
Adryana Araújo
domingo, 6 de janeiro de 2013
E você, já conseguiu empurrar sua vaquinha no precipício?
Sempre vejo algumas pessoas reclamando da vida que têm, porém, não fazem nada para mudá-la. Elas precisam de alguém que empurre sua vaquinha no precipício.
Quando você se encontrar diante de uma situação que o tire da zona de conforto, ao invés de reclamar e se lamentar, erga-se e use os dons e habilidades que lhe foram concedidas!
Um excelente 2013!
Era uma vez, numa terra distante, um sábio chinês e seu discípulo. Certo dia, em suas andanças, avistaram ao longe um casebre. Ao se aproximar, notaram que, a despeito da extrema pobreza do lugar, a casinha era habitada. Naquela área desolada, sem plantações e sem árvores, viviam um homem, uma mulher, seus três filhos pequenos e uma vaquinha magra e cansada. Com fome e sede, o sábio e o discípulo pediram abrigo por algumas horas. Foram bem recebidos. A certa altura, enquanto se alimentava, o sábio perguntou:
“Este é um lugar muito pobre, longe de tudo. Como vocês sobrevivem?”
“O senhor vê aquela vaca? Dela tiramos todo o nosso sustento”, disse o chefe da família. Ela nos dá leite, que bebemos e também transformamos em queijo e coalhada. Quando sobra, vamos à cidade e trocamos o leite e o queijo por outros alimentos. É assim que vivemos.
O sábio agradeceu a hospitalidade e partiu. Nem bem fez a primeira curva da estrada, disse ao discípulo:
“Volte lá, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali em frente e atire-a lá pra baixo.”
O discípulo não acreditou.
“Não posso fazer isso, mestre! Como pode ser tão ingrato? A vaquinha é tudo o que eles têm. Se eu jogá-la no precipício, eles não terão como sobreviver. Sem a vaca, eles morrem!”
O sábio, como convém aos sábios chineses, apenas respirou fundo e repetiu a ordem:
“Vá lá e empurre a vaca no precipício.”
Indignado, porém, resignado, o discípulo voltou ao casebre e, sorrateiramente, conduziu o animal até a beira do abismo e o empurrou. A vaca, previsivelmente, estatelou-se lá embaixo.
Alguns anos se passaram e durante esse tempo o remorso nunca abandonou o discípulo. Num certo dia de primavera, moído pela culpa, abandonou o sábio e decidiu voltar àquele lugar. Queria ver o que tinha acontecido com a família, ajudá-la, pedir desculpas, reparar seu erro de alguma maneira. Ao fazer a curva da estrada, não acreditou no que seus olhos viram. No lugar do casebre desmazelado havia um sítio maravilhoso, com muitas árvores, piscina, carro importado na garagem, antena parabólica. Perto da churrasqueira, estavam três adolescentes robustos, comemorando com os pais a conquista do primeiro milhão de dólares. O coração do discípulo gelou. O que teria acontecido com a família? Decerto, vencidos pela fome, foram obrigados a vender o terreno e ir embora. Nesse momento, pensou o aprendiz, devem estar mendigando em alguma cidade. Aproximou-se, então, do caseiro e perguntou se ele sabia o paradeiro da família que havia morado lá havia alguns anos.
“Claro que sei. Você está olhando para ela”, disse o caseiro, apontando as pessoas ao redor da churrasqueira.
Incrédulo, o discípulo afastou o portão, deu alguns passos e, chegando perto da piscina, reconheceu o mesmo homem de antes, só que mais forte e altivo, a mulher mais feliz, as crianças, que haviam se tornado adolescentes saudáveis. Espantado, dirigiu-se ao homem e disse:
“Mas o que aconteceu? Eu estive aqui com meu mestre uns anos atrás e este era um lugar miserável, não havia nada. O que o senhor fez para melhorar tanto de vida em tão pouco tempo?”
O homem olhou para o discípulo, sorriu e respondeu:
“Nós tínhamos uma vaquinha, de onde tirávamos nosso sustento. Era tudo o que possuíamos. Mas, um dia, ela caiu no precipício e morreu. Para sobreviver, tivemos que fazer outras coisas, desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos. E foi assim, buscando novas soluções, que hoje estamos muito melhor que antes.
Conto Oriental.
Fonte: http://familiaabencoadajaremenko.blogspot.com.br
Quando você se encontrar diante de uma situação que o tire da zona de conforto, ao invés de reclamar e se lamentar, erga-se e use os dons e habilidades que lhe foram concedidas!
Um excelente 2013!
Era uma vez, numa terra distante, um sábio chinês e seu discípulo. Certo dia, em suas andanças, avistaram ao longe um casebre. Ao se aproximar, notaram que, a despeito da extrema pobreza do lugar, a casinha era habitada. Naquela área desolada, sem plantações e sem árvores, viviam um homem, uma mulher, seus três filhos pequenos e uma vaquinha magra e cansada. Com fome e sede, o sábio e o discípulo pediram abrigo por algumas horas. Foram bem recebidos. A certa altura, enquanto se alimentava, o sábio perguntou:
“Este é um lugar muito pobre, longe de tudo. Como vocês sobrevivem?”
“O senhor vê aquela vaca? Dela tiramos todo o nosso sustento”, disse o chefe da família. Ela nos dá leite, que bebemos e também transformamos em queijo e coalhada. Quando sobra, vamos à cidade e trocamos o leite e o queijo por outros alimentos. É assim que vivemos.
O sábio agradeceu a hospitalidade e partiu. Nem bem fez a primeira curva da estrada, disse ao discípulo:
“Volte lá, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali em frente e atire-a lá pra baixo.”
O discípulo não acreditou.
“Não posso fazer isso, mestre! Como pode ser tão ingrato? A vaquinha é tudo o que eles têm. Se eu jogá-la no precipício, eles não terão como sobreviver. Sem a vaca, eles morrem!”
O sábio, como convém aos sábios chineses, apenas respirou fundo e repetiu a ordem:
“Vá lá e empurre a vaca no precipício.”
Indignado, porém, resignado, o discípulo voltou ao casebre e, sorrateiramente, conduziu o animal até a beira do abismo e o empurrou. A vaca, previsivelmente, estatelou-se lá embaixo.
Alguns anos se passaram e durante esse tempo o remorso nunca abandonou o discípulo. Num certo dia de primavera, moído pela culpa, abandonou o sábio e decidiu voltar àquele lugar. Queria ver o que tinha acontecido com a família, ajudá-la, pedir desculpas, reparar seu erro de alguma maneira. Ao fazer a curva da estrada, não acreditou no que seus olhos viram. No lugar do casebre desmazelado havia um sítio maravilhoso, com muitas árvores, piscina, carro importado na garagem, antena parabólica. Perto da churrasqueira, estavam três adolescentes robustos, comemorando com os pais a conquista do primeiro milhão de dólares. O coração do discípulo gelou. O que teria acontecido com a família? Decerto, vencidos pela fome, foram obrigados a vender o terreno e ir embora. Nesse momento, pensou o aprendiz, devem estar mendigando em alguma cidade. Aproximou-se, então, do caseiro e perguntou se ele sabia o paradeiro da família que havia morado lá havia alguns anos.
“Claro que sei. Você está olhando para ela”, disse o caseiro, apontando as pessoas ao redor da churrasqueira.
Incrédulo, o discípulo afastou o portão, deu alguns passos e, chegando perto da piscina, reconheceu o mesmo homem de antes, só que mais forte e altivo, a mulher mais feliz, as crianças, que haviam se tornado adolescentes saudáveis. Espantado, dirigiu-se ao homem e disse:
“Mas o que aconteceu? Eu estive aqui com meu mestre uns anos atrás e este era um lugar miserável, não havia nada. O que o senhor fez para melhorar tanto de vida em tão pouco tempo?”
O homem olhou para o discípulo, sorriu e respondeu:
“Nós tínhamos uma vaquinha, de onde tirávamos nosso sustento. Era tudo o que possuíamos. Mas, um dia, ela caiu no precipício e morreu. Para sobreviver, tivemos que fazer outras coisas, desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos. E foi assim, buscando novas soluções, que hoje estamos muito melhor que antes.
Conto Oriental.
Fonte: http://familiaabencoadajaremenko.blogspot.com.br
Quais são nossas metas para 2013?
Recebi este texto de um amigo, por e-mail. Achei que valia muito a pena compartilhar.
Um 2013 cheio de coisas boas para todos!
Mais um ano se vai, e outro se aproxima…
A cada ano, quando este vai chegando ao final, as pessoas param pouco para pensar, fazem mil projetos, várias promessas, e o ano passa tão rápido, termina e parece nada mudar. Aposto que isso também já aconteceu com você!
Na verdade, acabamos pensando em tudo: quanto precisamos poupar para trocar o carro; vamos pintar a casa no final do ano; vamos trocar os móveis da casa que estão ficando velhos; vamos renovar nosso guarda-roupa; este ano eu vou perder peso; este ano sem falta vou fazer uma viagem internacional; tenho que entrar para a faculdade; vou tirar carteira de habilitação… e assim por diante. E isso, não é errado. Que mal tem nos empenharmos para alcançarmos algum objetivo? Nenhum.
Porém, o grande problema é quando colocamos todos os nossos planos na frente e nos esquecemos dos planos de Deus. Deus também tem planos para nós! Esquecemos que precisamos também nos empenhar para alcançarmos nossos objetivos em nossa vida espiritual. Você já parou para pensar quais são os projetos para sua vida espiritual em 2013?
Muitas vezes ainda caímos na tentação de buscar somente ter o melhor, e não, de ser uma pessoa melhor. E o versículo 33, do capítulo 6 do Evangelho de São Mateus nos lembra: “Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça e todas estas coisas vos serão dadas em acréscimo”. Então, se colocarmos Deus sempre em primeiro lugar em nossa vida, todas as outras coisas nos serão acrescentadas, segundo a justiça de Deus.
Não adianta então querermos separar a nossa vontade, da vontade de Deus. Santo Afonso de Ligório resumia tudo dizendo: “Fazer o que Deus quer, e querer o que Deus faz”.
Que tal começar este ano novo perguntando: “Senhor, o que iremos fazer juntos neste ano?”.
Pensemos no futuro sim, mas não nos preocupemos demasiadamente com o dia de amanhã, pois quando estamos em Deus Ele conduz nossos passos, e cuida de nós:
“Portanto, eis que vos digo: não vos preocupeis por vossa vida, pelo que comereis, nem por vosso corpo, pelo que vestireis. A vida não é mais do que o alimento e o corpo não é mais que as vestes? Olhai as aves do céu: não semeiam nem ceifam, nem recolhem nos celeiros e vosso Pai celeste as alimenta. Não valeis vós muito mais que elas? Qual de vós, por mais que se esforce, pode acrescentar um só côvado à duração de sua vida?” (Mt 6,25-27).
Prof. Felipe Aquino, da Comunidade Cléofas.
Um 2013 cheio de coisas boas para todos!
Mais um ano se vai, e outro se aproxima…
A cada ano, quando este vai chegando ao final, as pessoas param pouco para pensar, fazem mil projetos, várias promessas, e o ano passa tão rápido, termina e parece nada mudar. Aposto que isso também já aconteceu com você!
Na verdade, acabamos pensando em tudo: quanto precisamos poupar para trocar o carro; vamos pintar a casa no final do ano; vamos trocar os móveis da casa que estão ficando velhos; vamos renovar nosso guarda-roupa; este ano eu vou perder peso; este ano sem falta vou fazer uma viagem internacional; tenho que entrar para a faculdade; vou tirar carteira de habilitação… e assim por diante. E isso, não é errado. Que mal tem nos empenharmos para alcançarmos algum objetivo? Nenhum.
Porém, o grande problema é quando colocamos todos os nossos planos na frente e nos esquecemos dos planos de Deus. Deus também tem planos para nós! Esquecemos que precisamos também nos empenhar para alcançarmos nossos objetivos em nossa vida espiritual. Você já parou para pensar quais são os projetos para sua vida espiritual em 2013?
Muitas vezes ainda caímos na tentação de buscar somente ter o melhor, e não, de ser uma pessoa melhor. E o versículo 33, do capítulo 6 do Evangelho de São Mateus nos lembra: “Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça e todas estas coisas vos serão dadas em acréscimo”. Então, se colocarmos Deus sempre em primeiro lugar em nossa vida, todas as outras coisas nos serão acrescentadas, segundo a justiça de Deus.
Não adianta então querermos separar a nossa vontade, da vontade de Deus. Santo Afonso de Ligório resumia tudo dizendo: “Fazer o que Deus quer, e querer o que Deus faz”.
Que tal começar este ano novo perguntando: “Senhor, o que iremos fazer juntos neste ano?”.
Pensemos no futuro sim, mas não nos preocupemos demasiadamente com o dia de amanhã, pois quando estamos em Deus Ele conduz nossos passos, e cuida de nós:
“Portanto, eis que vos digo: não vos preocupeis por vossa vida, pelo que comereis, nem por vosso corpo, pelo que vestireis. A vida não é mais do que o alimento e o corpo não é mais que as vestes? Olhai as aves do céu: não semeiam nem ceifam, nem recolhem nos celeiros e vosso Pai celeste as alimenta. Não valeis vós muito mais que elas? Qual de vós, por mais que se esforce, pode acrescentar um só côvado à duração de sua vida?” (Mt 6,25-27).
Prof. Felipe Aquino, da Comunidade Cléofas.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Arrumar a Vida
Muitas vezes reclamamos que a nossa vida anda desorganizada, cheia de problemas e não sabemos sequer por onde começar. Ficamos procurando alguém ou alguma situação para por a culpa e esquecemos que a nossa vida é atribuição exclusivamente nossa. E não adianta dizer que o dinheiro não deu, ou foi algo que perdeu, ou alguém que não fez o que devia ser feito. Muitas são as desculpas que encontramos para nos justificar; e, pasme! Nos justificamos para nós mesmos. A organização da nossa vida depende de nós! Comecemos, então, organizando o ambiente onde vive. Já reparou se está tudo no lugar? Ou será que sua casa (ou o seu quarto) é aquela bagunça generalizada? Aí, pra justificar a bagunça, vem a frase de efeito: “ a minha bagunça é organizada; é assim que encontro tudo!” Conversa fiada! O ambiente reflete diretamente na sua vida. Um ambiente bagunçado deixa sua vida bagunçada. Então, mãos à obra.
Primeiro, arrume pastas e caixas de vários tamanhos (bonitinhas por favor!) de acordo com a sua necessidade.
Separe os documentos pessoais em uma pasta, incluindo, RG, CPF, CTPS, Certidão de Nascimento ou Casamento, Passaporte, Carteira de Conselho de Classe, assim, fica bem mais fácil de encontrar quando precisar. DICA: ande somente com a CNH para evitar roubos ou perdas.
Em uma outra pasta, arrume os certificados de escolaridade, graduações, pós-graduações, cursos e eventos. Separe uma pasta sanfonada para guardar recibos de pagamento tais como faturas de cartão de crédito, contas de energia e água, consórcios, parcelamentos, financiamentos, faculdade, aluguel, enfim, todas as contas fixas que você vem pagando que devem ficar arquivadas por cinco anos, aproximadamente.
Reserve uma caixa para guardar as notas fiscais e os manuais dos bens adquiridos. Estes devem ser guardados durante a vida do bem.
Nas suas gavetas, arrume tudo de acordo com a sua necessidade e a praticidade.
Exemplo: na escrivaninha deixe somente a agenda, o material de estudo e o material de trabalho, organizados separadamente e de maneira acessível.
Arrume seu armário periodicamente e separe as roupas por tipo e cor, eliminando sempre o que não está sendo utilizado. E lembre-se, de nada adiante guardar uma coisa que você sabe que não vai usar. Melhor doá-lo. Além de obter mais espaço no armário, ainda está ajudando a quem precisa.
Este é só o início! Arrume sua vida começando por sua casa.
(Mais dicas no próximo post)
Uma ótima semana!
Adryana Araújo
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Ver além dos horizontes
Hoje posto um texto que não é meu, mas que vale a pena refletir,
Nunca pare de sonharRichard Bach Havia no alto de uma montanha três árvores. Elas sonhavam com o que iriam ser depois de grandes. A primeira, olhando as estrelas disse: eu quero ser o baú mais precioso do mundo e viver cheia de tesouros. A segunda, olhando um riacho suspirou: eu quero ser um navio bem grande para transportar reis e rainhas. A terceira olhou para o vale e disse: quero crescer e ficar aqui no alto da montanha; quero crescer tanto que as pessoas ao olharem para mim, levantem os olhos e pensem em Deus. Muitos anos se passaram, as árvores cresceram. Surgiram três lenhadores que, sem saber do sonho das árvores, cortaram as três. A primeira árvore acabou se transformando num cocho de animais, coberto de feno. A segunda virou um barco de pesca transportando pessoas e peixes todos os dias. A terceira foi cortada em vigas e deixada num depósito. Desiludidas as três árvores lamentaram os seus destinos. Mas, numa certa noite, com o céu cheio de estrelas, uma jovem mulher colocou o seu bebê recém-nascido naquele cocho. De repente, a árvore percebeu que continha o maior tesouro do mundo. A segunda, certo dia, transportou um homem que acabou por dormir no barco. E, quando uma tempestade quase afundou o barco, o homem levantou-se e disse PAZ!! E, imediatamente, as águas se acalmaram. E a árvore transformada em barco entendeu que transportava o rei dos céus e da terra. Tempos mais tarde, numa Sexta-feira, a árvore espantou-se quando as vigas foram unidas em forma de cruz e um homem foi pregado nela. A árvore sentiu-se horrível vendo o sofrimento daquele homem. Mas logo entendeu que aquele homem salvou a humanidade e as pessoas logo se lembrariam de Deus ao olharem para a cruz. O exemplo das árvores é um sinal de que é preciso sonhar e ter fé. SEMPRE !!! Não importa o tamanho dos sonhos que você tenha, sonhe muito e sempre. Mesmo que seus sonhos não se realizem exatamente como você desejou, saiba que eles se concretizarão da maneira que Deus entendeu ser a melhor para você. "Uma nuvem não sabe por que se move em tal direção e em tal velocidade. Sente apenas um impulso que a conduz para esta ou aquela direção. Mas o céu sabe os motivos e os desenhos por trás de todas as nuvens, e você também saberá, quando se erguer o suficiente para ver além dos horizontes." Uma Feliz Páscoa! Adryana Araújo
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